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- Mendigo.

- A TODOS OS MEUS AMIGOS E AMIGAS....ESTA MENSAGEM É PARA DIZER QUE A PARTIR DE ( '' 10 DE JULHO ATÉ DIA 20 DE JULHO '' )..... ESTAREI DE FÉRIAS.......GOSTARIA QUE TODOS ESPERASSEM MINHA CHEGADA PARA VOLTARMOS A ESCREVER MAIS....SENDO ASSIM DEIXO MEU CARINHO ESPECIAL A TODOS...AGRADECENDO PELA PRESENÇA SEMPRE MARCANTE AQUI....BEIJOS NO CORAÇÃO DE TODOS.......Mendigo...
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10:18 - 09/07/2006
- Mendigo.

- Desejos
Disto eu gostaria:
ver a queda frutífera dos pinhões sobre o gramado
e não a queda do operário dos andaimes
e o sobe-e-desce de ditadores nos palácios.
Disto eu gostaria:
ouvir minha mulher contar:
-Vi naquela árvore um pica-pau em plena ação,
e não:-Os preços do mercado estão um horror!
Disto eu gostaria:
que a filha me narrasse:
-As formigas neste inverno estão dando tempo `as flores,
e não:-Me assaltaram outra vez no ônibus do colégio.
Disto eu gostaria:
que os jornais trouxessem notícias das migrações
dos pássaros
que me falassem da constelação de Andrômeda
e da muralha de galáxias que, ansiosas, viajam
a 300 km por segundo ao nosso encontro.
Disto eu gostaria:
saber a floração de cada planta,
as mais silvestres sobretudo,
e não a cotação das bolsas
nem as glórias literárias.
Disto eu gostaria:
ser aquele pequeno inseto de olhos luminosos
que a mulher descobriu à noite no gramado
para quem o escuro é o melhor dos mundos.
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08:59 - 04/07/2006
- Mendigo.

- Não converta seus ouvidos num paiol de boatos.
A intriga é uma víbora que se aninhará em sua alma.
Não transforme seus olhos em óculos da maledicência.
As imagens que você corromper viverão corruptas na tela se sua mente.
Não Faça de suas mãos lanças para lutar sem proveito.
Use-as na sementeira do bem.
Não menospreze sua faculdades criadoras, centralizando-as nos prazeres fáceis.
Você responderá pelo que fizer delas.
Não condene sua imaginação às excitações permanentes.
Suas criações inferiores atormentarão seu mundo íntimo.
Não conduza seus sentimentos à volúpia de sofrer.
Ensine-os a gozar o prazer de servir.
Não procure o caminho do paraíso, indicando aos outros a estrada para o inferno. A senda para o Céu será construída dentro de você mesmo.
* * *
André Luiz
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08:49 - 01/07/2006
- Mendigo.

- Dime ¿como decir que ya no se quiere?
La noche era calida y un poco humedad,
Yo caminaba abrazada a ti …pero ausente
Realmente de nuevo era presa de mis deseos apagados
Ya no tenía momento, ni hora, ni cuerpo, ni vida para ti.
Sentados, casi aislados en la penumbra
Abrazabas mi cintura
Mi alma a pedacitos no disimulaba el malestar de bocas,
Y tú
Siempre tu tan apasionado,
Tan hirviente
Y yo
esa noche tan lánguida,
tan fría,
tan ausente
Tan sola
Tan adolorida.
Tomabas mi mano,
Se ceñía mi espalda en cuerpo,
Me besabas los dedos,
Laberinto de las bocas descalzas y desnutridas
Me llevabas hacia ti,
Acariciabas mis ojos
Me contemplabas adormecida
Y yo tan perdida en mi dolor,
Ni te percibía a mi lado.
Dime ¿como decir que ya no se quiere
Como pedirte que te alejes,
Que te marches si fui yo de nuevo quien te busco
Quien te pedio estar en mi vida?
-
08:33 - 28/06/2006
- Erique Magnani

- demoro a gente se conhecer melhor heim
:D
meu msn
eriquemagnani@gmail.com
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21:30 - 27/06/2006
- Mendigo.

- Nós traímos, empregamos a violência, tratamos ou outros com leviandade, desconfiamos, fazemos comentários de má fé, compartilhamos do erro e da fraude, mostramo-nos intolerantes, alimentamos ódios, praticamos vinganças, fomentamos intrigas, espalhamos inquietações, desencorajamos iniciativas nobres, regozijamo-nos com a impostura, prejudicamos interesses alheios, exploramos os nossos semelhantes, tiranizamos subalternos e familiares, desperdiçamos fortunas no vício e no luxo, transgredimos, enfim, todos os preceitos da Caridade, e, quando cedemos algumas migalhas do que nos sobra ou prestamos algum serviço, raras vezes agimos sob a inspiração do amor ao próximo, via de regra fazemo-lo por mera ostentação, ou por amor a nós mesmos, isto é, tendo em mira o recebimento de recompensas celestiais.
Quão longe estamos de possuir a verdadeira caridade!
Somos, ainda, demasiadamente egoístas e miseravelmente desprovidas de espírito de renúncia para praticá-la.
Mister se faz, porém, que a exercitemos, que aprendamos a dar ou sacrificar algo de nós mesmos em benefício de nossos semelhantes, porque "a caridade é o cumprimento da Lei."
-
08:40 - 26/06/2006
- Mendigo.

- Place de la Gare, à Charleville.
Sur la place taillée en mesquines pelouses,
Square où tout est correct, les arbres et les fleurs,
Tous les bourgeois poussifs qu'étranglent les chaleurs
Portent, les jeudis soirs, leurs bêtises jalouses.
- L'orchestre militaire, au milieu du jardin,
Balance ses schakos dans la Valse des fifres :
- Autour, aux premiers rangs, parade le gandin ;
Le notaire pend à ses breloques à chiffres.
Des rentiers à lorgnons soulignent tous les couacs :
Les gros bureaux bouffis traînent leurs grosses dames
Auprès desquelles vont, officieux cornacs,
Celles dont les volants ont des airs de réclames ;
Sur les bancs verts, des clubs d'épiciers retraités
Qui tisonnent le sable avec leur canne à pomme,
Fort sérieusement discutent les traités,
Puis prisent en argent, et reprennent : "En somme !..."
Epatant sur son banc les rondeurs de ses reins,
Un bourgeois à boutons clairs, bedaine flamande,
Savoure son onnaing d'où le tabac par brins
Déborde - vous savez, c'est de la contrebande ; -
Le long des gazons verts ricanent les voyous ;
Et rendus amoureux par le chant des trombones,
Très naïfs, et fumant des roses, les pioupious
Caressent les bébés pour enjôler les bonnes..
- Moi, je suis, débraillé comme un étudiant,
Sous les marronniers verts les alertes fillettes :
Elles le savent bien ; et tournent en riant,
Vers moi, leurs yeux tout pleins de choses indiscrètes.
Je ne dit pas un mot : je regarde toujours
La chair de leurs cous blancs brodés de mèches folles :
Je suis, sous le corsage et les frêles atours,
Le dos divin après la courbe des épaules.
J'ai bientôt déniché la bottine, le bas...
- Je reconstruis les corps, brûlé de belles fièvres.
Elles me trouvent drôle et se parlent tout bas...
- Et mes désirs brutaux s'accrochent à leurs lèvres...
-
09:53 - 25/06/2006
- Mendigo.

- Irmão em Cristo,
No silêncio da noite, a canção espiritual que os homens não percebem.
Olhe em torno, não com os olhos da carne, mas com o próprio espírito.
Sinta a beleza da presença espiritual no ar da noite.
Observe, com os olhos espirituais, a reunião dos mentores de luz.
Eles estão logo ali, perto do hospital da cidade, organizando mais uma jornada curativa.
Você não gostaria de participar, em espírito?
Eles estão manipulando energias colhidas na natureza em volta para cura sutil.
Uma parte dessas energias será aplicada em pessoas doentes da cidade, durante o sono.
A outra parte, com densidade diferente, será aplicada em entidades extrafísicas carentes.
Nos dois níveis, físico e astral, eles distribuirão as bênçãos energéticas invisíveis.
Realizarão tal tarefa por inspiração superior, com a generosidade que opera secretamente.
Mais do que mentores de luz, são médicos do espírito e servidores do Cristo.
Operam à noite, sem que ninguém os veja, sempre amparando e levando lenitivos...
São plantonistas do Cristo, no astral da humanidade sofrida!
-
09:07 - 22/06/2006
- MARCOS/39

- lê baixinho
``JESUS eu te adoro e preciso de ti, vem pra dentro do meu coração agora´´
Enviar para 15 pessoas e terás um milagre esta noite.
OBS: não ignore porque terás uma surpresa
-
13:43 - 15/06/2006
- Mendigo.

- Amor entre almas...
Não se procura,
não se pede,
não se exige...
Simplesmente acontece
quando menos se espera.
Amor entre Almas
É amor doação
sinceridade, fidelidade,
dedicação, ternura,
prazer, emoção.
Não importa a distância.
Amor entre almas
é um resgate de vidas
que chega ao fim no
sublime ato do reencontro
com sua alma gêmea
tão amada ontem,
tão vivenciada no hoje.
Amor entre almas
não é só desejo e sexo.
É querer e sentir
a presença do ser amado
dentro do coração.
É precisar um do outro
como a borboleta e
a abelha precisam da flor
Amor entre almas
É tão intenso,
tão sentido por nós...
que ninguém,
nem mesmo o tempo
consegue apagar
de nossas vidas.
Nem o tempo nem a morte...
Edi Diniz
-
12:27 - 12/06/2006
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